Fujir...
Mas o meu peito estremece...
E no meu silêncio de buzio, desço fundo...
Bem fundo...
Para encontrar meu refúgio...
è numa concha cavada...
Enfeitada de corais...
Entro nela deslumbrada...
Não quero sair jamais...
Aí me perco...
Aí me encontro...
Outras vezes me enalteço...
E as forças que me derrubam...
São também elas meu berço...
Não sei quem fui...
Quem serei...
E até já,..feliz de mim...
Ser sereia me julguei!!!
Nada mau esse teu "eu".MElhor que o meu "eu"
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