Sopras de mansinho...
Meu corpo é janela escancarada...
Entras...
Sais...
E, sempre em turbilhão...
Em torvelinho...
Soltam-se os meus ais...
És meu bem...
Meu mal...
És sombra e luz...
És um sopro profundo...
Depois...
Vens mais suavemente...
E, escondes-te em mim...
Sempre bem fundo!!!
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