Era a flôr do teu canteiro... A mais linda e perfumada... Tu regavas-me... Eu sorria... E em ti ficava enleada... Já não regas o canteiro... Eu, murchei... E desfolhei-me... E fui ao chão, por inteiro... Mas vou erguer-me de novo... Vou voltar a ser flôr... Mas talvez noutro canteiro...
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